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O filme 'OZ, Mágico e Poderoso' é um filme que conta sobre como o conhecido Magico de Oz chegou a cidade das esmeraldas antes da chegada de Dorothy. No entanto, como muitos sabem, dificilmente um filme desse tipo seria carente de temas e símbolos tão freqüentemente apontado no blog, entenda um pouco sobre o filme. 


O filme começa inocentemente em preto-e-branco que revela o logotipo da Disney. Então há uma sequência de créditos de abertura repleta de aparência clássica hipnótica (espirais em preto e branco, moedas balançando, etc.), Bem como símbolo abaixo, que qualquer leitor assíduo deste blog reconhece:


Em seguida, somos apresentados ao circo em que o jovem Mágico (ainda não de Oz) trabalha como um ilusionista. Inicialmente, somos apresentados a ele pela bela e jovem mulher atuando como sua assistente, uma garota que tem o papel de se colocar no meio da multidão como apenas mais um observadora até que ele peça um voluntário. Além de estar usando-a enganar o público, nós rapidamente entendemos que ele também está manipulando-la emocionalmente, a fim de dormir/transar com ela. Nós aprendemos que a manipulação e exploração de mulheres, desta forma é uma tendência do Mágico, como quando seu assistente masculino é instruído a pegar outra caixa de música, que ele presenteia para ela com um conto ridículo de que pertencia à sua avó, que morreu em 'guerra'.

Embora seu ilusionismo seja impressionante, tudo dá errado quando uma menina em uma cadeira de rodas pede a ele para curá-la. Irritado, ele retorna ao seu domicílio e encontra seu verdadeiro amor (Annie) lá esperando por ele (coincidentemente, a atriz que interpreta Annie também fez recentemente Marilyn Monroe em "My Week with Marilyn", e você sabe o quão isso é simbólico). 

Ele parece geralmente respeitar essa mulher, e ela é tudo sobre carinho e bondade, falando de sua fé na capacidade de ele ser um bom homem, se ele quiser. Ele passa a explicar que não é o que ele quer, e no exato momento em que ele pronuncia as palavras "Eu não quero ser um bom homem... Eu quero ser um grande homem...!" A câmera convenientemente expõe totalmente outro símbolo muito familiar, pairando acima e ao lado de sua cabeça.

Uma alusão ao simbolo da Maçonaria

Depois disso, ele tenta escapar da ira de um homem de uma das mulheres que ele flertava. É desta forma que ele se encontra preso em um tornado e é levado ao mundo de Oz, aonde as cores do filme começam a aparecer. O fato de retratar o mundo real em preto e branco e o mundo de Oz, com cores, coloca em questão a dualidade dos sentidos, da realidade, a dualidade é um simbolismo padrão no ocultismo/Maçonaria.

Na chegada, ele conhece uma bela garota chamada Theodora (interpretada por Mila Kunis) e imediatamente começa a tirar vantagem disso, quando descobre que ele pode cumprir uma profecia que iria fazê-lo ser o rei de Oz. Ele usa a caixa de música com ela, e apesar de Theodora nunca dançar "os dois acabam 'dançando' juntos a noite toda". Mais uma vez ele revela seu incrível talento para manipular as mulheres. 

Em seu caminho para o palácio para assumir seu papel como rei, ele se depara com um macaco com asas que se assemelha ao seu assistente masculino no mundo real. Ele então encontra Evanora, a irmã de Theodora interpretada por Rachel Weisz, que embora finja estar satisfeita com a chegada de Oz, está secretamente furiosa. 

Ela está convencida de que sua irmã Glenda assassinou seu pai, e envia o Mágico de Oz em uma missão para matar Glenda, a fim de provar sobre si mesmo. No caminho, ele conhece uma pequena boneca de cristal.


Em uma aldeia que foi totalmente esmagada pelos servos da Bruxa Malvada, em retaliação por terem comemorado a vinda do Mágico de Oz, a boneca é a única sobrevivente. Seguindo o som de suas lágrimas, eles a encontram atrás de uma mesa, de onde ela espia com um olho várias vezes antes de finalmente ver o feiticeiro e seu macaco-servo. Ela conta uma história traumática da morte de toda de sua família, aonde perdeu as duas pernas. Onde vimos esses tipos de temas e imagens antes? Esse simbolismo é tratado muitas vezes neste blog, que consequentemente aparecem em vários videoclipes atuais.

Embora esteja quebrada fisicamente e emocionalmente traumatizado, o assistente oferece para a "consertar", usando uma garrafa de cola ele coloca nas suas pernas e corpo novamente. Cheia de gratidão ela insiste em seguir com eles em sua missão.

Quando Oz descobre que Glinda tem a aparência de Annie do Kansas, ele não consegue matá-la, e descobre a verdade sobre quem realmente é a Bruxa Malvada real. 

A fim de transformar de colocar Theodora contra ele, a Bruxa Malvada real convence-a de que ele é realmente apaixonado por Glinda. Como resultado, ela começa a chorar lágrimas que queimam e marcam seu rosto. A comparação com a auto-mutilação e auto-corte é clara quando ela vê a si mesma no espelho, chamando-se de tola.


Com Glinda e Oz cada vez mais juntos, Theodora fica mais e mais com raiva, até que sua irmã má convence-a a morder uma maçã mágica que transforma Theodora em um monstro verde, com garras... que é a bruxa má do oeste dos filmes originais. Theodora  é transformada na mais mortal e perigosa bruxa.

Depois disso, uma guerra entre os reinos começa. Usando suas habilidades, Oz como um mentiroso e manipulador engana a Cidade Esmeralda e as bruxas malvadas para acreditar no poder dele, com ilusões tecnológicas, convencendo de que ele é invencível, e banindo-a para o exílio. No final, a 'capacidade de manipular as mulheres' de Oz salva o dia, e todo o engano e de toda a sua crueldade é perdoada, porque sua mentira final foi para o bem maior.

O filme, por fim, acaba por transmitir além dos simbolismos claros, como funciona os preceitos maçônicos e da Elite. No entanto, quando eles "salvam o dia", apenas salvam a si próprios.

Para saber mais sobre o simbolismo do conto de Oz, veja:


Referências: VigilantCitizen

Os Suspeitos simbolismos illuminati

‘Os Suspeitos’ é um filme suspense de 2013 sobre o rapto de duas meninas na Pensilvânia. Por trás dessa história de crime, há um contexto espiritual subjacente e um simbolismo sutil que dá ao filme uma outra camada de significado – uma que fala sobre a religião, a moral e as forças ocultas em jogo na sociedade. Este artigo irá desvendar o significado esotérico de ‘Os Suspeitos’.

“Os Suspeitos” é o tipo de filme que permanece em sua mente muito tempo depois de os créditos finais rolarem. Isso não se dá apenas à sua emocionante e dramática história, mas ao contexto espiritual que está por trás de tudo. À medida que o filme se desenrola, e a investigação do crime avança, conceitos esotéricos e simbolismos também são introduzidos, dando ao filme uma dimensão inteiramente nova. O que parece ser uma história sobre o rapto de duas meninas se transforma em uma jornada espiritual profunda do ser humano enfrentando a adversidade e encontrando-se perdido entre o bem e o mal, o certo e o errado, e a moralidade e imoralidade.
 
O filme acontece em uma cidade americana média, Conyers, na Pensilvânia, durante o tempo de ação de graças. O cenário cinza e sem glamour do filme permite que os personagens brilhem, enquanto a história é impulsionada por suas dores, lutas e dilemas. Através da evolução de cada personagem, o filme comenta (e às vezes condena) alguns aspectos da sociedade americana. Alguns itens que são aflorados: Cristianismo, sociedades secretas e o controle mental. Vamos olhar para os personagens mais importantes do filme.
 
 
Keller Dover, o Pai
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Interpretado por Hugh Jackman, Keller Dover é um homem de família, um cristão devoto e uma pessoa “prevenida” – alguém que mantém um estoque enorme de vários bens em sua casa em caso de um grande desastre. Ele também é muito patriótico, por exemplo, sua canção favorita é a Star Spangled Banner (hino nacional americano). Embora não seja especificamente indicado no filme, Keller tem um pouco de perfil de um libertário ou próximo ao movimento Tea Party. No entanto, rapidamente percebemos que, no contexto do filme, essas características estão longe de ser úteis. Na verdade, elas praticamente o levam a sua queda.

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Na primeira cena do filme, Keller Dover faz uma oração antes de seu filho atirar em um cervo. Isso define o tom estranho do filme onde a religião está associada com a morte de um “animal inocente”
 
 
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Ele é um tipo de cara que carrega um peixe, símbolo do cristianismo, em seu carro e uma cruz pendurada no espelho. Para tornar as coisas mais relacionadas com Jesus, Keller é um carpinteiro
  
Nós também ficamos sabendo rapidamente que Keller é um “pessoa altamente prevenida”. No caminho de volta da caça, Keller dá a seu filho o mesmo conselho que seu pai lhe deu:




“Esteja pronto. Furacão, inundação, qualquer coisa que seja, acaba sendo. Não tem mais comida sendo entregue à mercearia. Postos de gasolina secaram. As pessoas simplesmente se voltam umas paras outras. De repente, tudo que existe entre você e estar morto… é você.”



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O porão de Keller é um estoque bem organizado de alimentos, ferramentas, armas e até mesmo máscaras de gás

Embora não haja nada de errado ou ilegal sobre estocar itens em sua “toca”, pessoas ao redor de Keller agem de maneira estranha a respeito disso. Ficamos com a sensação de que o assunto é um tabu. Quando o detetive visita o porão da casa de Keller e descobre o seu segredo de ser um “prevenido”, Keller imediatamente se torna um suspeito. Em suma, o filme comunica a ideia de que esse tipo de pessoa é suspeita e não confiável.
 
Ao saber que sua filha provavelmente foi raptada, Keller fica perturbado. À medida que o filme avança, seu desespero se transforma em loucura e Keller sequestra um cara que ele acredita ser o culpado e passa a torturá-lo.
 
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Keller Dover sequestra um cara estranho chamado Alex Jones, porque ele parece saber o paradeiro da filha

Embora o Alex Jones pareça e aja como um molestador de crianças, descobrimos que ele é inocente. Pior ainda, verifica-se que ele próprio foi sequestrado quando criança e seu estranho comportamento é o resultado de anos de controle mental que dificultou seu desenvolvimento intelectual (ele tem o QI de um menino de dez anos de idade). A escolha do nome de Alex Jones é interessante porque, como muitos de vocês devem saber, esse é também o nome do apresentador sobre “conspiração” nas mídias, que promove o movimento dos “prevenidos”, constitucionalismo e outros elementos que Keller Dover provavelmente se encaixa. No entanto, no filme, o nome de Alex Jones está associado com um menino deficiente mental que é espancado por Keller. Isso é uma forma de “dar o troco” em Alex Jones e nas pessoas que concordam com ele?
 
Seja qual for o caso, ao sequestrar e torturar Alex Jones, Keller traumatiza mais uma pessoa já danificada.
 
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Indo mais longe na sua loucura, Keller constrói uma câmara de tortura personalizada onde Alex é confinado em um pequeno espaço escuro e ocasionalmente banhado com água fervendo
 
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No resto do filme, tudo o que vemos de Alex é um dos olhos (talvez representando seu estado perpétuo de controle mental), iluminado pelo buraco na sua câmara
 
Assim, em vez de ajudar as autoridades a encontrar sua filha ou mesmo confortar sua família, Keller ataca uma pessoa inocente e torna-se ele mesmo um sequestrador.
 
Embora as ações de Keller possam ter se originado a partir de um propósito nobre, elas distintamente atravessam a fronteira entre o certo e o errado. Este conflito é ainda mais enfatizado quando Keller se volta à oração para encontrar força e, talvez, respostas. Em um ponto, durante uma sessão de tortura, Keller recita a Oração do Pai Nosso e diz:
 

” … Perdoai as nossas ofensas assim como nós perdoamos…”



Mas ele para no ponto em que ele teria que dizer “aqueles que nos tem ofendido” – o que indica que ele não pode viver os ideais cristãos descritos na oração que ele está fazendo.
 
Em suma, Keller reagiu ao sequestro de sua filha de um jeito violento, teimosamente se concentrando em uma única (inocente) pessoa. Em vez de fornecer conforto ou procurar fatos reais sobre o rapto de sua filha, Keller confiou no instinto misturado com ignorância e raiva. Através da resposta de Keller para a crise da família, o filme não se mostra favorável sobre o seu perfil “religioso, patriótico, prevenido”. Longe de estar preparado para o desastre, Keller tornou-se paranóico, irracional e propenso a loucura. Além disso, por trás de sua aparência de “bom cristão”, ele esconde um “arsenal” infinito de ódio e raiva (um jeito através do filme da Elite passar uma certa imagem do Cristianismo).
 
Felizmente, o detetive encarregado da investigação é o exato oposto de Keller.
 
O Detetive Loki
 
 
Ao contrário de Keller Dover, o detetive Loki é racional, metódico, e nunca se afasta da lei. Ele não parece ter qualquer tipo de família e é retratado como um solitário dedicado a seu trabalho. Apesar de receber o abuso verbal constante de Keller, Loki permanece focado em sua tarefa e consegue salvar praticamente todos os envolvidos nesta drama.
 
Loki é o nome de um deus nórdico conhecido por ser astuto, perspicaz e, por vezes heróico. No entanto, ele também é conhecido por ser um malandro, um metamorfo que, eventualmente, se volta contra os deuses. Será que o detetive Loki compartilha traços semelhantes com o deus nórdico de quem ele recebeu o nome? Ele representa simbolicamente a anti-tese dos monoteístas, das crenças judaico-cristãs de Keller Dover. Além disso, Loki definitivamente usa seus poderes intelectuais para alcançar seus objetivos.
 
Enquanto Keller está associado com o peixe e a cruz de Jesus, Loki está coberto de símbolos ocultos:
 
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O anel maçônico do detetive Loki é claramente visível durante todo o filme. É mais visível durante as cenas em que ele está pesquisando pistas ou refletindo sobre o que está acontecendo. Loki representa o ideal maçônico de obtenção de verdade através de meios e intelecto próprios
 
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Em sua mão direita estão tatuados símbolos astrológicos que também são extremamente importantes nos mistérios ocultos
 
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Em seu pescoço está tatuada uma estrela de oito pontas. No simbolismo oculto, isto é conhecido como a Estrela de Ishtar, a deusa babilônica associado com o planeta Vênus
 
Em suma, Loki está associado à racionalidade e à iluminação reivindicada por sociedades secretas ocultistas. Neste sentido, ele é o oposto do irracional e emocional Keller.
 
Apenas através dos simbolismos variados associados com os personagens de Keller Dover e do detetive Loki, o filme critica o tipo de pessoa “prevenida e religiosa”, enquanto glorifica membros de sociedades secretas. Mas Keller não é o único representante negativo do cristianismo no filme. Enquanto passava por uma lista de criminosos sexuais que vivem na área, Loki acaba visitando um padre local… e o encontra desmaiado no chão, bêbado. Depois, Loki encontra um cadáver em seu porão (embora seja o corpo de um sequestrador de criança).
 
‘Os Suspeitos’ também possui outro representante do cristianismo: Holly Jones, o sequestrador.
 
 
Holly Jones, o Sequestrador de Crianças, Controle Mental e a Guerra contra Deus
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Holly Jones fica ao lado de uma pintura irônica de um anjo assistindo duas crianças 

Perto do final do filme, ficamos sabendo que Holly Jones (a “tia” de Alex Jones) é quem sequestrou as duas meninas. Ela afirma que ela e seu falecido marido costumavam ser cristãos devotos e que eles costumavam andar por aí “espalhando o evangelho”. No entanto, quando eles perderam o filho para o câncer, eles se voltaram contra Deus. Ela diz a Keller :




“Fazer as crianças desaparecem é a guerra que travamos contra Deus. Isso faz as pessoas perderem sua fé. Transforma-os em demônios como você.”



À medida que ficamos sabendo acerca do modus operandi do casal Jones, descobrimos que eles usam técnicas de controle mental básicas sobre as crianças: Eles drogam os cativos, traumatizam, jogam em buracos escuros e os submetem a jogos mentais loucos. Este sistema está representado com um símbolo importante: o labirinto.
 
 
O Labirinto
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Detetive Loki observa uma imagem do falecido marido de Holly, que está usando um pingente de labirinto

O símbolo do labirinto é extremamente importante durante todo o filme. Ele representa o sistema que rapta crianças e, mais importante, o estado de controle mental que essas crianças são forçadas a viver.

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Nesta livro labirinto está escrito “conclua todos os labirintos e você poderá ir para casa.” Isso é dado para as crianças raptadas para mexer com suas mentes

Depois de dias de tortura, Alex Jones finalmente diz a Keller: “Eu não sou Alex Jones”, o que implica que ele foi sequestrado por Holly e recebeu um alter ego/persona. Quando Keller lhe pergunta onde as crianças sequestradas estão, Jones responde: “Elas estão no labirinto. É ali que você vai encontrá-las.” Claro que Jones não se refere a um labirinto real, mas ao estado de controle mental que as crianças são submetidas.
 
Mais tarde, o detetive Loki encontra um suspeito chamado Bob Taylor, que se comporta de uma maneira estranha e que também foi vítima de Holly Jones. Ele permaneceu em sua casa por três semanas e foi drogado com um coquetel de drogas, LSD/cetamina, que é uma técnica clássica de controle mental. Bob conseguiu fugir da casa, mas embora Bob esteja livre, sua mente não está. Nós rapidamente percebemos que ele ainda está “preso no labirinto”.
 
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A casa de Bob é coberta com labirintos intermináveis, repare na parede

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Ao ser interrogado pela polícia, Bob obsessivamente desenha labirintos que alega ser “mapas” para as crianças sequestradas

Os “mapas” de Bob realmente não levam à localização física das crianças, mas a seu estado psicológico: Presas no labirinto de seus manipuladores de controle mental. No controle mental real, labirintos são uma imagem gatilho importante que representam com precisão o estado de espírito de um escravo. “Mapas labirintos” são programados no mundo interno da vítima para impedi-los de acessar sua personalidade real.
 
Bob tenta ajudar a polícia, mas sua mente danificada não permite que ele dê informações reais. Quando Loki fica agressivo durante o interrogatório e pede respostas específicas, Bob diz: “Eu não posso…” e se mata. Escravos MK/Monarcas reais são muitas vezes programados para cometer suicídio nesses tipos de situações.
 
Quando Loki examina a casa de Bob, ele descobre que Bob é completamente obcecado pelos sequestradores das crianças e suas táticas (ele recria o rapto de crianças usando bonecos como um hobby). Enquanto procurava as coisas de Bob, Loki encontra um livro que parece ter sido escrito sobre Jones.
 
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Na casa de Bob, Loki examina um livro chamado “Encontrando o Homem Invisível”, que foi escrito por um ex-agente do FBI
 
De acordo com o colega de Loki, o livro é sobre um “suspeito teórico”  que se acredita ser o responsável por um grupo de rapto de crianças. Ele acrescenta que o livro foi “totalmente desacreditado”. A última página do livro contém um labirinto sem solução, que foi usado por Jones como um jogo doentio para traumatizar crianças.
 
Embora o livro tenha sido desacreditado, “O Homem Invisível” parece descrever com precisão Jones e seu sistema de controle mental. No entanto, pode-se perguntar: Jones trabalha para uma organização mais elevada? É “O Homem Invisível”, na verdade, o sistema MK-Ultra da Elite Oculta? Será o fato de que o livro tenha sido desacreditado implica que pessoas poderosas encobriram essa história?
 
Seja qual for o caso, o filme tem um final “feliz”: As crianças são resgatadas e voltam para sua família. Então, quem é o verdadeiro suspeito/prisioneiro?

 
O Suspeito/Prisioneiro
 
 
Em sua busca frenética por sua filha, que o leva a raptar e torturar Alex Jones, Keller Dover cruza a linha entre o bem e o mal. Ele tenta justificar suas ações, afirmando:




“Ele não é mais uma pessoa. Ele deixou de ser uma pessoa quando ele levou nossas filhas”.



Mas por desumanizar seu prisioneiro dessa maneira, Keller inclinou-se para o mesmo nível que os sequestradores das crianças. Ele se tornou um deles.
 
Mais tarde, quando Keller percebeu que a filha estava na casa de Holly Jones, ele correu para lá, a fim de torturá-la. No entanto, Holly tinha uma arma e obrigou-o a pular em um buraco escuro.
 
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Em vez de salvar sua filha, Keller é jogado no mesmo buraco que sua filha estava anteriormente presa
  
Portanto, o próprio Keller se transforma em um cativo. Após um período de tribulação moral, seu tempo no buraco escuro pode representar sua morte espiritual, e pode ser comparado com os três dias passados ​​por Jesus Cristo em seu túmulo antes de ser ressuscitado. Nas sociedades secretas ocultistas antigas, candidatos à iniciação eram mantidos na escuridão por vários dias para representar a morte de seu “antigo eu” antes de serem “espiritualmente renascidos”.

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Ao investigar a casa de Holly, Loki ouve Keller soprando um apito que ele encontrou no buraco. O filme termina assim

Adivinhe quem no final salva Keller do buraco? O detetive Loki. Em certo sentido, Loki é o salvador de Keller, quem o liberta da morte espiritual e o leva para uma “segunda vida”. Loki, um representante  maçônico, como as sociedades secretas ocultistas, é, portanto, retratado como aquele que puxa Keller, juntamente com o seu fervor irracional e hipócrita, do inferno que ele se enfiou.
 
Embora Loki provavelmente tenha salvado sua vida, Keller vai, no entanto, ter que ir para a prisão pelos crimes que cometeu. No final, só há um verdadeiro suspeito no filme: Keller Dover.

 
Conclusão

Através dos personagens de Keller Dover e do detetive Loki, “Os Suspeitos” fala sobre elementos específicos da sociedade, fazendo-se favorável ou desfavorável. Keller é um homem de família que é religioso, patriótico, e preparou-se para o desastre. Embora à primeira vista, ele pareça ser o herói da história, ele aos poucos se transforma em um “vilão”. Os atributos que o definiam positivamente no início transformam-se em falhas gigantescas levando-o a tornar-se irracional, sádico e paranóico. Aquele que salva o dia é o detetive Loki, um personagem literalmente coberto de simbolismo oculto, dando a entender que o caminho das sociedades secretas é a “verdadeira luz”. Os caminhos “iluminados” de Loki finalmente, dão a Keller a chance de renascer.
 
A narrativa de “Os Suspeitos” e o tratamento de seus personagens refletem a direção dos meios de comunicação de hoje. Os Keller Dovers deste mundo, que são ou abertamente religiosos, patrióticos, ou preparados para o desastre, muitas vezes são considerados suspeitos e propensos a ação negativa. Os valores representados por Keller Dover estão cada vez mais sendo desaprovados pela mídia de massa. São essas características não desejáveis ​​na América para a Nova Ordem Mundial? Em uma América onde os direitos e as liberdades fundamentais são revogadas lenta e progressivamente, as pessoas como Keller Dover são as mais propensas a tomar medidas sobre o assunto. E a elite não quer isso.
 
Talvez seja por isso que o Departamento de Segurança Interna cria vídeos de treinamento que retratam “milícias patrióticas e constitucionais” como grupos terroristas. Talvez eles querem encontrar uma maneira de transformá-los, como Keller, em “suspeitos”.
 


O videoclipe Break Free de Ariana Grande estreou na web faz alguns dias, no entanto, embora a cantora esteja sendo uma das novas sensações do ano de 2014 com seus lançamentos musicais, ela infelizmente, tem se mostrado como vários artistas, mais uma marionete da indústria com tantos simbolismos.

Na análise, entenda o conceito profundo e sinistro sobre Break Free e sua simbologia cabalística, que não é notado pela grande população.

Veja o vídeo:


O ator Robin Williams faleceu recentemente, no entanto, noticias sobre sua morte vieram trazendo indícios que não era um caso normal, mas sim de um suposto suicídio, e isso acabou chocando todo o mundo, pelo mesmo sempre estar fazendo papéis humorísticos em sua carreira.

Apesar de muitas mortes e acidentes que acontecem em nosso mundo serem frutos de algo natural, as vezes algo infeliz não  ocorreu de jeito normal ou como foi noticiado, infelizmente a maioria desses tipos de eventos acontecem com pessoas famosas, que por vezes revelam fatos e suspeitas de que aquilo não aconteceu da forma natural ou como foi mostrada para a grande população.

Veja o vídeo abaixo, sobre a morte do ator, e um simbolismo bastante sinistro de sua morte:


Atualmente, Katy Perry é uma das artistas que está em alta na indústria da música com seus videoclipes, músicas e álbuns, sendo sempre alvo de atenção da grande mídia em suas declarações e lançamentos. Grande parte disso se deve ao (diga-se de passagem) ótimo marketing que a equipe que ajuda em sua carreira tem feito.

Perry tem se envolvido indiretamente em certas polêmicas na indústria, que vão desde supostas indiretas de Lady Gaga, acusações de apropriação cultural, além de novamente ter sido apontada em basear sua carreira em um desenho em quadrinhos chamado Katy Keene. Em todas as grande noticias e acusações. Katy tem se tornado silenciosa, ou incorporando o argumento de estar surpresa com tudo isso.

Uma das jogadas de dissimulação mais recentes, se trata sobre ela estar sendo chamada de Illuminati por vários sites da internet (que em suma, são tão sérios em tentar informar a sociedade, como a "maturidade" dos clipes da cantora). Embora a cantora não seja membro dos Illuminati, o que é claro aos leitores mais atentos, todos os simbolismos em sua carreira, no entanto, só deixam cada vez mais claro que ela é mais um fantoche da indústria e da Elite, repetindo o que outros artistas se vendem ou são forçados a fazer.

A Era Prism

Assim como muitas estrelas pop fabricadas da indústria, Perry de certa forma é o que podemos dizer, como a nova queridinha da Elite, ao trazer exatamente tudo que é pré-fabricado e repetitivo pra fazer sucesso, desde as músicas até as simbologias que apresenta em suas obras musicais.

A cantora, afirma que as acusações deram inicio quando ela começou a usar triângulos e pirâmides em seu mais recente álbum, no entanto, indícios que ela estava completamente vendida/controlada vem desde seu álbum anterior, Teenage Dream. Todavia, nesse primeira parte, vamos olhar para o atual álbum da cantora.

Roar

O primeiro single do álbum, Roar, é mais uma música com o intuito de fazer sucesso e ser abraçada pela massa, pela letra da sua canção e pelo vídeo, trazendo o mais genérico sobre tentar ser forte e superar as dificuldades.

No entanto, embora a canção e o vídeo não apresentem nada ao leitor mais atentos sobre algo simbólico a ser notado, uma de suas divulgações gritava como Katy Perry está rodeada em tudo em sua vida.

Afim de promover seu novo álbum e a canção, no MTV Video Music Awards 2013, Katy usava um vestido com estampa felina, cheio de acessórios em formato de libélulas e borboletas, descaracterizando a alusão a canção, mas ao controle mental monarca e a programação sexual, ao complementar algo desconexo ao que ela estava propondo.

O vestido usado no VMA de 2013, descrito acima

Ainda em divulgação da canção, a cantora chegou a se apresentar ao vivo com simbolismos mais profundos, e que mais uma vez, em nada realmente tinham conexão com o que a música deveria passar em primeira instância.

Veja a análise abaixo sobra a apresentação dela no programa X-Factor UK:



Unconditionally

Na canção Unconditionally, embora a mesma se trate de falar sobre um amor incondicional, e o seu vídeo, possa passar de forma despercebida para espectadores menos informados somente algo sobre diversos tipos de amor, o clipe no entanto, tem cenas chaves sobre o quão simbólico é e o que ele está transmitindo.

Desde a cena em que Perry é atropelada por um carro ao uso desconexo de uma coruja em direção a cama pegando fogo, o vídeo deixa algumas pessoas confusas a ligação dos três personagens que a cantora interpreta ao longo do vídeo.

Pra entender um pouco mais sobre o vídeo, veja essa análise sobre as cenas simbólicas que ele traz:



Dark Horse

Enquanto Roar não apresenta simbolismo em sua música e nem em seu vídeo, em Unconditionally o simbolismo vem presente no clipe, Dark Horse, todavia, traz simbologias desde a letra de sua canção e de forma bastante explicita no vídeo da canção.

Embora alguns contestam sobre o videoclipe conter uma tema egípcio para o uso abusivo de Olho de Hórus em quase todas as suas cenas, ao decorrer no entanto, nos vemos com cenas que não se encaixam ao que é argumentado. Além do fato da Elite abusar do uso do sinal do Um Olho, o vídeo de Perry ao final das contas se trata de uma grande tributo aos Illuminati.

Alguns se limitam a enxergar que para determinadas pessoas fazerem sucesso na indústria, elas vendem suas almas para isso. No entanto, não é preciso notar que se vender para as gravadoras, para os que tem poder dentro da mídia, se trata de vender sua honestidade, se vender para ser o que não é, somente por causa do sucesso, mesmo que como Katy Perry, recusem que nunca tiveram a intenção de ser famosa.

Entenda mais sobre o clipe aqui:



Caso no entanto, haja dúvidas sobre o quão vendida Perry se mostrou para a indústria em seu novo álbum, e como contém simbolismos ocultistas/Illuminati em suas obras músicas, sua performance no Grammy Awards para a canção Dark Horse, deixa claro sobre quem controla a indústria da música.

Veja a performance e a análise sobre sua apresentação no Grammy:



This Is How We Do

O mais recente clipe de Katy, diferente dos anteriores, não contém algum significado ou contexto. Todavia, ele traz alguns simbolismos do nada em cenas aleatórias. Uma forma da Elite lembrar quem está no controle da carreira de Katy Perry.

No vídeo há:

Um Olho em uma das cenas, sem motivo algum

Katy Perry com um brinco com o sinal do Um Olho

Caso tenha achado tudo coincidência nesse clipe até agora, nessa cena, uma das figurantes do vídeo usa uma blusa com o desenho de três olhos, no entanto, todos os olhos são em formatos explícitos de 6, formando assim, o 666, conhecido biblicamente com o sinal da besta


Mesmo com simbolismos tão explícitos, Katy Perry tenta ridicularizar o assunto, para até ficar longe de acusações, onde o óbvio é que ela se trata de mais um fantoche da indústria. Mas se vender a esse ponto para a Elite e a gravadora, a cantora deve achar que, como diz em sua própria canção: It's no big deal (não é grande coisa) pra ela.


Continua...

True Detective Illuminati


“True Detective” é uma série de TV sobre a investigação de assassinatos de rituais satânicos realizados por homens misteriosos. Embora a temporada tenha terminado de uma forma bastante simples e direta, a grande quantidade de símbolos e referências salpicadas ao longo dos episódios envia mensagens profundas sobre as forças que influenciam sutilmente a nossa sociedade. Vamos analisar o significado profundo da primeira temporada de “True Detective”.
 
Passando-se no sertão pantanoso de Louisiana, “True Detective” capturou a atenção dos públicos com os seus personagens interessantes e uma atmosfera obscura. Através de seus oito episódios, a série seguiu dois detetives enquanto eles descobriam uma série de assassinatos em rituais que eram ditos ter sido realizados por homens ricos e poderosos. Embora, semana após semana, os fãs da série obcecaram-se por pequenos detalhes, a fim de “desvendar o caso”, a série terminou de um jeito bastante simples: O assassino era um louco, caipira e sujo estereotipado que foi identificado pelos detetives em alguns episódios anteriores. Não houve, portanto, nenhuma reviravolta alucinante (do tipo, um dos detetives estava por trás de tudo isso) ou uma conspiração chocante de alto nível. E isso deixou muitos fãs um pouco decepcionados.
 
No entanto, olhando para as referências, o simbolismo e o diálogo enigmático salpicado ao longo dos episódios, pode realmente se perguntar por que alguns aspectos da história (vida familiar de Marty Hart) foram tão amplamente desenvolvidos, visto que eles não tinham nenhuma relevância para o resultado final da investigação. Estava a série, por meio dessas histórias alternativas, tentando comunicar algo que ia além da investigação verdadeira? Algo que abrange todos nós?
 
Apesar da conclusão simples e direta com a história, há uma mensagem mais profunda que é comunicada em toda a série: os assassinatos ritualísticos não eram simplesmente o produto da mente de um solitário caipira louco – eles são o resultado de uma mentalidade profundamente arraigada, um ambiente tóxico que remonta a várias gerações e afeta todos os aspectos da sociedade. Esse conceito pode ser resumido em uma palavra: “psicosfera” – uma palavra  que o detetive Rustin Cohle usa no primeiro episódio. Através de uma variedade de símbolos e mensagens, “True Detective” nos mostra como as obsessões doentias da elite escoam através das vidas cotidianas das massas.
 
Vamos olhar primeiro para o enredo  da história.
 
 
A Premissa/Enredo

A série começa com a descoberta do cadáver de uma jovem mulher, colocado de uma forma ritualística.
 
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A mulher foi encontrada nua, amarrada, com ferimentos de faca em seu estômago. Ela está usando uma “coroa de espinhos” e chifres na cabeça
 
 
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Em sua volta está tatuada uma espiral, o símbolo do grupo que realiza os assassinatos

As autoridades rapidamente concluem que é um assassinato de ritual satânico. Rustin Cohle descreve o assassino como “meta-psicótico”.




“É promulgação de fantasia, ritual, fetichização, iconografia. Esta é a sua visão. Seu corpo é um mapa de amor “parafílico” – um anexo de luxúria física para fantasias e práticas proibidas pela sociedade”.


 
Após a autópsia, os detetives descobrem que a vítima estava drogada, amarrada, havia sido abusada, torturada com uma faca, estrangulada e nua. Em suma, descobrem todos os sinais de um mega-ritual satânico (Abuso Satânico Ritualístico).
 
Ao redor do corpo vemos triângulos estranhos feitos de paus.
 
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Um reverendo diz aos detetives que estas coisas são “redes do diabo” e são usadas ​​”para pegar o diabo antes que ele chegasse perto demais”
 
O reverendo acrescenta que ele achava que essas redes do diabo eram apenas “alguma coisa para as crianças fazerem, para mantê-las ocupadas, contarem-lhes histórias enquanto elas estão amarrando gravetos”. Enquanto o reverendo diz essas palavras, a câmera faz um zoom em outro conjunto de varas amarradas.
 
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Enquanto o reverendo fala sobre as redes do diabo serem “histórias para manter as crianças ocupadas”, a câmera foca em uma cruz feita de duas varas amarradas – o que implica que a religião de querer passar a mensagem que também seriam “histórias para crianças”. Também coloca uma ligação entre as redes satânicas e os líderes da Igreja em Louisiana
 
 
 
Rustin Cohle e a Psicosfera

Interpretado por Matthew McConaughey, Rustin Cohle qualifica-se como um realista ou, em termos filosóficos, um “pessimista”. O mínimo que se pode dizer é que ele tem pouca fé na humanidade e que ele não entende as construções ao seu redor – incluindo a religião.
Ele diz:



“Eu acho que a consciência humana é um passo trágico na evolução. Nós nos tornamos muito auto-conscientes. A natureza criou um aspecto da natureza distinto de si mesma. Somos criaturas que não deveriam existir por lei natural”.



Como um “pessimista” que odeia a humanidade em geral, e um trabalho texano em Louisiana, Cohle é uma eterna pessoa diferente. Na verdade, ele tem uma tendência de ver o mundo do lado de fora, quase como se ele fosse uma figura de outro mundo. Para acentuar esse fato, Cohle parece ter um sexto sentido – na fronteira com a percepção extra-sensorial – que se manifesta ao longo da investigação. Ele tem visões, ele “lê” as pessoas em poucos segundos, e ele pode até mesmo “sentir gosto” de cores.
 
No primeiro episódio da série, Cohle diz a seu parceiro uma frase que resume a mensagem principal de toda a série. Ao dirigir pelas estradas de Louisiana, Cohle refere-se a um conceito obscuro que tem profunda ressonância nas esferas ocultas.



“Tem um gosto ruim lá fora. Alumínio, cinza, como se você pudesse sentir o cheiro da psicosfera”.























































Psicosfera

O termo psicosfera não é um termo comum no idioma. Origina-se a partir da literatura de ficção científica de autores como Roland C. Wagner e HP Lovecraft – o criador do “Cthulhu Mythos”.

“Psicosfera” pode ser definida como “esfera da consciência humana” e toma suas raízes no conceito de “inconsciente coletivo” de Carl Jung. Ele, basicamente, afirma que todos os pensamentos que passam pelo cérebro humano são “convertidos” pelo neocórtex e projetados para fora em dimensões etéreas. Os seres humanos, portanto, vivem em uma “atmosfera de pensamentos”, um conceito que também é referido como “noosfera”, de Vladimir Vernadsky e Teilhard de Chardin. Segundo eles, a existência dessa psicosfera faz com que seres humanos sejam obrigados a responderem a idéias semelhantes, mitos e símbolos.

Embora referido em outros termos, o conceito de psicosfera é importante nos círculos ocultistas que realizam mega-rituais para influenciar o “inconsciente coletivo” – muitas vezes para fins nefastos.
 
Na década de 40, o poeta e diretor de teatro francês Antonin Artaud previu o advento de mega-rituais de ocultismo na mídia. Artaud era um adepto de várias formas de ocultismo e bem ciente dos poderes transformadores de rituais teatrais: ele criou o famoso “Teatro da Crueldade”, que pretendia mudar profundamente o público. Em relação ao processamento da Mente Grupo, Artaud escreveu:




“Além da bruxaria insignificante de feiticeiros do campo, existem truques de hoodoo em que todas as consciências do mundo participam periodicamente… Isso é estranho visto que as forças são despertadas e transportadas para o cofre astral, para a cúpula escura que é composta, sobretudo, de… agressividade venenosa das mentes más da maioria das pessoas… a opressão tentacular formidável de uma espécie de magia cívica que em breve irá aparecer sem disfarces.”



Pesquisadores ocultistas muitas vezes identificaram assassinatos ritualísticos como mega-rituais, feitos para chocar as massas e perturbar a “psicosfera”.
  



“[Alguns assassinatos] são assassinatos em rituais envolvendo um grupo ocultista protegido pelo governo dos EUA e pela mídia corporativa, com fortes laços com a polícia.
 

Esses assassinatos são realmente cerimônias intricadas e coreografadas; realizados pela primeira vez em uma escala muito íntima e secreta, entre os próprios iniciados, a fim de programá-los, em seguida, em grande escala, amplificados incalculavelmente pela mídia eletrônica.
 
No final, o que temos é uma transmissão de trabalho altamente simbólico, um ritual de milhões de pessoas, uma inversão satânica; Uma missa negra, onde os “bancos” são preenchidos por toda a nação e através do qual a humanidade é brutalizada e rebaixada neste , a fase ‘Nigredo’ do processo alquímico. - Michael A. Hoffman II, Secret Societies and Psychological Warfare





É esse o verdadeiro assunto da série “True Detective”.
 
Rustin Cohle, que tem uma tendência para percepção extra-sensorial, afirma que ele pode realmente “sentir o cheiro da psicosfera” e que ela tem um gosto, como alumínio e cinzas. Em outras palavras, a esfera do pensamento humano em torno da cena do crime não é nada menos do que tóxica e falha. No entanto, sendo ele próprio parte da esfera humana, Cohle não pode deixar de ser parte dela e, em algum nível, até mesmo abraçá-la.
 
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Nas cenas presentes do dia, Cohle bebe latas de cerveja e fuma cigarros… alumínio e cinzas. Enquanto que, 15 anos antes, Cohle era repugnado pelo gosto da psicosfera. Essa mesma psicosfera agora faz parte dele
 
 
O primeiro assassinato ritualístico descoberto em “True Detective” foi propositadamente encenado para atrair a atenção das massas. Não só é uma manifestação física da psicosfera falha, é também uma tentativa de afetar maciçamente a psicosfera. Esses mega-rituais são propositadamente encenados para chocar e traumatizar as massas, que, em seguida, enviam coletivamente esses pensamentos à psicosfera, criando o tipo de ambiente  que a Elite oculta adora.
 
Ao longo da série, a imagem aparece em vários lugares e através de várias pessoas: Cinco homens em torno de uma menina. Esse “pentagrama de homens” representa a Elite ocultista abusando de uma criança em uma questão ritualística. Através da psicosfera, o mundo parece estar ciente disso, quase que inconscientemente.
 
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Os detetives encontram um vídeo de uma menina sendo abusada e sacrificada por cinco homens mascarados. O fato de que o ritual tenha sido gravado representa a propensão da Elite para a criação de “material com cenas fortes”
 
 
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Ao visitar a casa de uma mulher cuja filha desapareceu misteriosamente, Cohle percebe um retrato emoldurado de uma jovem cercada por cinco homens mascarados
 
 
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A filha de Martin Hart Audrey colocou cinco bonecos masculinos em torno de uma boneca nua. Mais tarde veremos como esse personagem está sutilmente ligado aos rituais
 
 
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Ao contar sua história para os agentes, Rustin Cohle estranhamente transforma cinco latas de cerveja em cinco pessoas pequenas e as coloca em um círculo. Será que ele está inconscientemente dizendo aos detetives que ele nunca pegou os verdadeiros culpados – o pentagrama de homens?
 
Através de símbolos, a série nos diz que a psicosfera é perturbada por rituais da Elite e que seus efeitos infiltram-se através da realidade das massas. No entanto, esses efeitos não são apenas simbólicos: eles influenciam a moral, valores e comportamentos da sociedade. Isto é representado pela evolução da família de Martin Hart.
 
 
Martin Hart e Sua Família

Interpretado por Woody Harrelson, Martin Hart é o oposto de Rustin Cohle. Um simples olhar para os nomes dos personagens dá uma boa ideia de sua mentalidade. O nome Rustin Cohle soa em inglês como “ferrugem e carvão” – dois materiais associados à decadência e toxicidade – que representam a sua visão de mundo. Em contraste, o sobrenome de Martin Hart soa como “coração” – o órgão muscular que mantém as pessoas vivas. Longe de ser separado do mundo material como Cohle, Hart vive intensamente os ensaios e atribulações emocionais da experiência humana. Como a maioria dos seres humanos, ele também é profundamente falho. Apesar de se considerar um cristão, ele tem uma propensão para o adultério e violência.

No entanto, a evolução de sua família é o mais revelador. Embora sua família não tenha nada a ver com a investigação principal, a série passa uma grande quantidade de tempo descrevendo sua evolução. Mais do que simples “desenvolvimento de caráter”, a família Hart representa como os cidadãos comuns são, em última análise, afetados pela psicosfera e a depravação moral dos que os governam.

Apesar de a filha de Marty Audrey não ter conhecimento aparente ou contato com aqueles que conduzem os rituais, ela, no entanto, parece ser profundamente afetada por isso. Como visto acima, Marty encontrou a filha brincando com bonecas que parecem recriar “pentagramas de homens”. Mais tarde, seus pais encontram um livro cheio de desenhos perturbadores.


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Um dos desenhos sexuais de Audrey apresentam um homem mascarado tocando uma mulher que tem as mãos atadas atrás das costas 
 
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Em outra cena, as meninas de Marty são vistas vestindo uma tiara com fitas – que é uma reminiscência da coroa de chifre satânica com fitas colocadas sobre as vítimas durante os rituais
 
 
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A tiara acaba em uma árvore, não muito diferente das vítimas dos rituais
 
 
A psicosfera falha parece afetar o comportamento de Audrey e sua alma. Seu avô prediz seu futuro ao falar com Marty sobre “as crianças de hoje”.




“Eu vi as crianças de hoje. Todas de preto, maquiagem em seus rostos. Tudo é sexo”. 


 
Visto que Marty basicamente rejeitou essas palavras como sendo divagações de um velho, Audrey eventualmente cresce para se tornar exatamente o que o seu avô disse.
 
 
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Audrey vestida de preto, com maquiagem no rosto. Nessa cena, ela foi pega pelo seu pai fazendo sexo com dois caras em um caminhão. Isso fez com que ela fosse chamada de “vagabunda”
 
 
A transformação de Audrey de uma menina inocente a uma adolescente promíscua representa como a depravação e imoralidade da Elite oculta acaba afetando toda a população. Enquanto ela não é vítima direta da Elite oculta, ela é uma vítima indireta através do ambiente falho que ela cresce. Nós aprendemos mais tarde que, quando adulta, Audrey “às vezes se esquece de tomar suas pílulas”, dando a entender que ela tem problemas mentais e que estava indiretamente traumatizada com esse contexto. Portanto, através de vários meios, a série mostra como a psicosfera é propositadamente alterada para criar uma geração que está moralmente perdida.
 
Agora vamos olhar para o grupo secreto que está por trás disso tudo.
 
 
A Espiral – Representando a Elite Oculta da “Vida Real”
 
À medida que a investigação avança, os detetives aprendem sobre um grupo de “homens ricos” sacrificando crianças. Eles também aprendem sobre a mitologia em torno dela.




“Há um lugar para o sul, onde todos esses homens ricos vão para a adoração ao diabo. Eles sacrificam crianças e outros. Mulheres e crianças, todos foram assassinados lá e em algum lugar chamado Carcosa e Yellow King. Ele disse que há tudo isso, como pedras antigas na floresta que as pessoas vão, tipo, pra adoração. Ele disse que há tanta matança lá em baixo. A espiral é seu sinal”.



Logo descobrimos quem está por trás desses rituais: A Elite de Louisiana, membros de uma linhagem antiga, a família Tuttle. Como texano, Cohle rapidamente descobre que um membro da família Tuttle é o governador e outro conduz a Igreja, portanto, englobando as esferas de poder que são a política e a religião.
 
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Quando os detetives descobrem que os rituais são basicamente um assunto de família, começam a construção da árvore de família Tuttle
 
 
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Após os detetives pegarem o caipira enlouquecido, a câmera foca ameaçadoramente sobre uma árvore solitária – uma árvore que é vista várias vezes durante a série. Com suas raízes firmemente segurando o solo de Louisiana. Esta árvore representa a linhagem da família que governa a região
 
Os detetives descobrem que os Tuttle são responsáveis ​​por um grande número de crianças desaparecidas que foram abusadas ​​e mortas em um ritual de sacrifício. Como a família é extremamente poderosa, a aplicação da lei e a mídia local são completamente silenciosas. A família pratica sua própria marca de voodoo de Louisiana misturado com o clássico abuso ritualístico satânico, tal como praticado pela Elite oculta na vida real. Visto que a área de ação da família é muito local, não demorou muito para entender que os Tuttles representam a Elite oculta que atualmente governa o mundo todo.
 
O Espiral dos rituais satânicos, torturas, controle mental e abuso de crianças é representante das obsessões mais obscuras da Elite oculta. Até mesmo o símbolo espiral da série é realmente usado por redes de homens obscuros da vida real para divulgar secretamente suas “preferências.” Aqui está um arquivo do FBI descrevendo os símbolos utilizados por “amantes de meninos”.
 
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Esse é um arquivo real do FBI descrevendo os símbolos utilizados por redes de abuso infantil
 
 
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A espiral em um crânio em Carcosa, na série 

Em “True Detective”, os rituais da espiral estão encharcados de uma mitologia específica fortemente inspirada pela literatura de ficção/horror.

A Mitologia

Em “True Detective”, os sacrifícios são feitos para o “Rei Amarelo”, que é basicamente uma efígie de um deus com chifres que está em uma estrutura abandonada apelidada de Carcosa. A mitologia em torno da espiral empresta muito da literatura de ficção científica, notavelmente de “The King in Yellow”, de Robert W. Chamber, (também conhecido como o Yellow King), que menciona uma cidade perdida chamada Carcosa.



Ao longo da costa as ondas da nuvem quebram,

Os sóis gêmeos afundam sob o lago,
As sombras alongam
Em Carcosa.


Estranho é a noite em que as estrelas negras sobem,
E luas estranhas circulam pelos céus
Mas mais estranho ainda é
Carcosa Perdida.


Músicas que as Híades iriam cantar,
Onde batem os farrapos do Rei,
Deve morrer sem dar notícias
na escura Carcosa.


Canção da minha alma, minha voz está morta;
Morre tu, anônimo, como lágrimas não derramadas
Quer secar e morrer
em Carcosa Perdida.




O termo Carcosa também foi usado por H.P. Lovecraft em seu famoso “Cthulhu Mythos”. Por que Lovecraft tantas vezes é referido na série? Seus trabalhos são muito venerados em vários círculos ocultistas e, considerando o fato de que a série é sobre assassinatos em rituais satânicos, faz sentido.

H.P. Lovecraft

Visto que “Cthulhu Mythos” de H.P. de Lovecraft é geralmente considerado como uma obra ateia, quase satírica da ficção (sobre deuses alienígenas monstruosos), ela, no entanto, ganhou grande notoriedade com sociedades com uma visão de mundo mais metafísico. Por exemplo, o livro de Anton LaVey “Os Rituais Satânicos” inclui um capítulo intitulado “A Metafísica de Lovecraft”.




Os rituais satânicos consideram Lovecraft um canal das sortes para “poderes invisíveis”: “Se suas fontes de inspiração eram conscientemente reconhecidas e admitidas ou eram uma absorção notável e ‘psíquica’, podemos apenas especular”. Os rituais consistem em evocar nomes de Cthulhu Mythos, juntamente com o inevitável “Hail Satan”, em cerimônia simulada evocando a proclamação elaborada e a
resposta da comunidade da Missa Católica. - Dennis P. Quinn, Cults of an Unwitting Oracle: The (Unintended) Religious Legacy of H. P. Lovecraft




Kenneth Grant, um ocultista que foi um proeminente membro da sociedade secreta de Aleister Crowley, a Ordo Templi Orientis (O.T.O.) escreveu extensivamente sobre a importância das obras de Lovecraft.





Para Grant, escrever em 1980, Lovecraft deveria ser elogiado por suas habilidades de “controlar a mente sonhadora que é capaz de fazer projeção em outras dimensões.” É sabido que muitas vezes Lovecraft ganhou inspiração para suas histórias em seus sonhos. Para Grant, Lovecraft recebeu conhecimento arcano real em seus sonhos, que foi, em seguida, expresso através do Cthulhu Mythos. Grant tem inspirado muitos mágicos, alguns dos quais se deslocaram mais para o reino dos escritos de ficção de Lovecraft.
- Ibid



As obras de Lovecraft são, portanto, altamente consideradas pelos grupos ocultistas ou satânicos que estão fortemente empenhados em realizar rituais. Alguns símbolos associados a essas sociedades aparecem ao longo da série.


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Reggie Ledoux, um dos culpados (ele é mais um bode expiatório) que realizam os rituais tem uma tatuagem de Baphomet dentro de um pentagrama invertido – o emblema da Igreja de Satanás
 
Embora os detetives capturem e matem Reggie Ledoux, acabam descobrindo que as mortes ainda estão acontecendo. Mesmo no final da série, quando os detetives pegam Errol Childress (o caipira estereotipado e louco), há indícios que implicam que ele não é o verdadeiro culpado – ele é apenas um bode expiatório.
 
Errol Childress – O Bode Expiatório da Elite

Ao investigar a família Tuttle, os detetives descobrem que o reverendo tem filhos de uma amante. Um deles é Errol Childress, um “filho bastardo”, que foi mal tratado. Na verdade, tudo indica que ele foi  vítima de um grupo satânico multi-geracional.
 
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Errol tem cicatrizes em seu rosto porque ele foi desfigurado quando criança por sua família 
 
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Nesta cena importante vemos que o símbolo espiral foi queimado nas costas de Errol, como se ele estivesse “marcado” por isso. Em suma, ele não é o chefe do clube, mas é mais uma vítima traumatizada
  
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No final de um episódio, Errol estranhamente diz: “Minha família está aqui há um longo, longo tempo.” E então começa a cortar a grama em um padrão espiral. Isso representa simbolicamente como tudo o que a Elite oculta faz e deixa a vista de todos - para aqueles que têm “olhos para ver”. Ele também mostra como Errol está obcecado por esse símbolo e foi programado para isso

A série oferece várias pistas insinuando para o fato de que Errol Childress é realmente uma vítima de controle mental baseado em trauma. Primeiro, ele fala com acentos distintos – um sintoma clássico de uma pessoa com múltiplas personas. Errol alterna de forma eficaz entre um sotaque típico da Louisiana e um sotaque britânico distinto. O conteúdo da sua casa também é bastante revelador.

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A casa de Errol está cheia de bonecas (muitas das quais estão decapitadas). Essas bonecas não são apenas perturbadoras, mas também são um símbolo clássico para representar múltiplas personas criadas através do Controle Mental
 
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Na sequência da abertura da série, o rosto de uma criança é projetada em um telefone (o único na casa de Errol) . Os números para discagem estão sobre a cabeça da criança, uma maneira de retratar como vítimas da Espiral têm a mente controlada 
 
Enquanto seu pai é uma das pessoas mais ricas e mais respeitadas na Louisiana, Errol vive em um barraco imundo com uma meia-irmã igualmente imunda com quem ele copula. Em outras palavras, Errol não é claramente parte da “Elite”, mas um subproduto ilegítimo dela. Enquanto ele é o melhor “vilão” da série, é bastante claro que ele é simplesmente uma vítima da Espiral. Até mesmo as pessoas que trabalharam para a família foram vítimas.
 
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Quando os detetives visitam Delores Jackson, uma ex-empregada que trabalhou para os Tuttle, também vemos sinais de controle mental 
 
Embora Delores tenha ficado doente mentalmente e geralmente não responde aos outros (como se ela estivesse traumatizada pela vida dela), ela fica muito animada quando Rust mostra suas imagens de redes satânicas – como se fossem imagens de gatilho. Ela, então, começa a recitar os versos como se estivessem programados para ela.




“Você conhece Carcosa? Aquele que come tempo, é um vento de vozes invisíveis. Alegrai-vos! A morte não é o fim!”



Por isso, é bastante claro que as pessoas reais por trás da Espiral nunca foram pegas na série. A série terminou da mesma maneira que as histórias da vida real envolvendo a Elite oculta muitas vezes acabam: Um bode expiatório de mente controlada leva o troco e morre, deixando os verdadeiros culpados intocados. Embora Errol tenha cometido crimes horríveis, ele era um produto de um sistema mais profundo.
 
Quando os detetives finalmente encontram e matam Errol, eles são enviados para o hospital para curar suas feridas. Lá, nós ouvimos uma reportagem de TV afirmando:



“O Procurador Geral do Estado e o FBI têm desacreditado rumores de que o acusado era, de alguma forma, relacionado com a família de Louisiana do senador Edwin Tuttle.”



Esse pequeno pedaço de informação confirma que a Procuradoria Geral do Estado, o FBI e os meios de comunicação em geral estão “em conluio” com a Espiral, pois estão usando de desinformação para limpar o nome da família.

Rust, então, diz a Marty que, embora eles tenham pego Errol Childress, o seu trabalho não estava completo.




“Tuttle, os homens no vídeo… nós não pegamos todos eles”.




Marty então responde:


“Sim, e nós não vamos conseguir todos eles. Esse não é o tipo de mundo que existe, mas nós temos o nosso”.



A avaliação sombria de Marty sobre “como o mundo é” basicamente significa que a Elite oculta real não é pega. Ao dizer “nós temos o nosso”, ele quer dizer que eles chegaram onde deveriam chegar: no bode expiatório escolhido. Essa não é uma mensagem reconfortante sobre a Elite oculta, mas é a triste verdade.

Conclusão

A série “True Detective” estimulou todos os tipos de discussões e teorias sobre a identidade do assassino. No entanto, além do suspeito clássico, há uma mensagem constante comunicada ao longo de cada episódio. Trata-se de nossa sociedade, a respeito de quem governa e sobre as forças invisíveis que nos influenciam. Trata-se da psicosfera, um conceito que é obscuro para a maioria de nós, mas que é, no entanto, extremamente importante nos círculos da Elite oculta. Através dos mega-rituais amplificados pelos meios de comunicação de massa, a Elite aparece ativamente para gerar choque, medo e desânimo na população em geral, cujos pensamentos, em seguida, projetam-se de volta para a psicosfera. Esse distúrbio faz com que a raça humana viva em um ambiente tóxico, governado por símbolos e pensamentos específicos. Além disso, como retratado por Audrey em “True Detective”, uma psicosfera perturbada faz com que a sociedade se quebre, tornando-se imoral e obcecada com pensamentos sombrios. Isso é o que eles adoram.
 
Apesar de tudo isso, a série termina com Rustin Cohle tendo uma epifania e “vendo a luz”, porque, por um momento, ele viu o “mundo espiritual”, onde sua filha morta esperou por ele. Cohle percebeu que, para além deste mundo material,  que é governado por poderosas famílias sádicas, há uma outra dimensão – eterna – onde eles não têm poder algum.
 
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