Noticias da Semana (16/06)
Jovens Cristãos Realizam Evangelismo na Parada Gay
Um grupo de cerca de 80 missionários cristãos da Jovens Com Uma Missão (JOCUM) esteve na Parada do Orgulho LGBT no último domingo (10) na avenida Paulista, em São Paulo. O objetivo foi de evangelizar mostrando amor e respeito aos homossexuais participantes do evento.
“Atuamos de forma simples, procurando não ofender os homossexuais e sem usar o ‘evangeliquês’”, explicou Marcelo Eduardo de Oliveira, vice-líder da base missionária em São Paulo, sobre o jargão utilizado por muitos evangélicos, segundo o Gospel Voice.
De acordo com a publicação evangélica, a equipe atuou com o que chamou de “promoção humana”, que incluiu ajudar pessoas alcoolizadas, auxiliar na tradução para estrangeiros e orientar crianças perdidas.
“Queremos mostrar o amor à pessoas, da mesma maneira que Jesus fazia”, definiu.
Não foi possível determinar o número de conversões durante a iniciativa. Oliveira explicou que muitas vezes não há um retorno imediato.
Ele acrescentou que após o encontro, eventualmente alguém procura os missionários e relata que teve um encontro pessoal com Cristo. Nesses casos, a pessoa é encaminhada para uma igreja para que ele seja discipulado e acompanhado.
A ação, que já é realizada há dez anos durante o evento voltado ao público homossexual, é conhecida como “impacto evangelístico”. Nos dois últimos anos, a missão atuou com autorização da direção do evento.
A JOCUM já realizou outros “impactos” em eventos como o rodeio de Barretos, no interior de São Paulo, e outros voltados a devotos católicos, como a festa do padre Cícero no sertão nordestino e também as romarias da cidade de Aparecida.
O grupo confirma a intenção de cumprir os ensinamentos de Cristo, através do versículo: “No amor não há temor, antes o perfeito amor lança fora o temor; porque o temor tem consigo a pena, e o que teme não é perfeito em amor” (1 João 4:18)
Fonte: ChristianPostPortugues
Cadê os 4 Milhões da Parada Gay de São Paulo?
De acordo com o Datafolha, a parada gay de São Paulo, ocorrida ontem, teve 270 mil pessoas. A Associação da Parada do Orgulho GLBT de São Paulo, inconformada com esse resultado, disse que esse número é “impossível”.
Contudo, o jornal Folha de S. Paulo, dono do Datafolha, nunca antes foi acusado de mentiroso por gayzistas e esquerdistas.
Meu blog e outros meios de comunicação sérios já vinham apontando, desde 2007, que atribuir milhões de participantes à parada gay de São Paulo era um inchamento impraticável.
Esse inchamento está finalmente sendo reconhecido por antigos aliados esquerdistas do supremacismo gay.
A mídia brasileira atribuiu o baixo número de participantes da parada gay deste ano à diminuição de financiamento. Sem dinheiro de patrocinadores e do governo, a farra murcha.
“Está muito mais pobre, com menos gente, menos carros, menos divulgação”, disse o travesti Desire Viana, de 33 anos, que todo ano ajuda a parada.
Houve 100 atendimentos médicos, a maioria por embriaguez.
No ano passado, essa farra, de acordo com a Associação da Parada do Orgulho GLBT de São Paulo, atraiu mais de 4 milhões de pessoas — número contestado pela Folha de S. Paulo. Com esse número inchado, amplamente promovido, os organizadores se sentiram com poder de desafiar a tudo e a todos. E desafiar foi o que fizeram. O título da parada foi “Amai-vos Uns Aos Outros” — uma paródia das palavras de Jesus, aplicadas ao sexo homossexual.
A paródia foi muito mais longe ao exibir cartazes de santos católicos em posições eróticas, afrontando abertamente o princípio constitucional que proíbe o ultraje aos símbolos religiosos. Mesmo com o flagrante ultraje, as autoridades pretensamente preocupadas com os chamados direitos humanos não adotaram nenhum medida de punição aos violadores do princípio constitucional.
Quem se levantou para defender os católicos contra o ultraje foi Silas Malafaia, pastor da Assembleia de Deus Vitória em Cristo.
A fala de Malafaia foi interpretada como um ataque à parada gay, quando na verdade sua mensagem forte apenas denunciou o descarado ataque da parada gay à religião católica. Ele foi acusado de “homofobia” por ter feito o que a própria esquerdista CNBB não fez: defender os católicos de uma afronta homossexualista.
Em 2006, também se sentindo ofendida, a Associação da Parada do Orgulho GLBT de São Paulo recorreu ao Ministério Público Federal contra meu blog, porque meus textos sobre homossexualismo deixam claro que a prática homossexual — seja por base bíblica ou médica — não é normal. O principal motivo de acusação foi este artigo “Marcha para Jesus ou Parada Gay: Quem é realmente vítima de preconceito?”.
O catolicismo é a religião da maioria do Brasil. Ao afrontar a fé católica em sua parada de 2011, os organizadores gays deram um tiro no pé.
Estão agora coçando a cabeça e os bolsos tentando entender por que o financiamento e os carnavalescos estão abandonando a farra tão festejada pela mídia e governo.
Eles estão deprimidos que seus habituais números inchados estão sendo questionados, contestados e recusados. Esse estado de depressão poderá levá-los a desejos de suicídio, talvez comovendo o governo a tal ponto que declare que não aceitar inchamentos homossexualistas é “homofobia”.
Os organizadores da parada estão criticando políticos e comerciantes por não terem dado dinheiro suficiente para a realização do evento. Só faltaram dizer que não dar dinheiro para sua farra é “homofobia”.
O tema da farra este ano foi “Homofobia tem Cura: Educação e Criminalização”. Criminalizando, vai ser fácil debochar de santos católicos e outros cristãos e ainda por cima acusar as vítimas de “homofobia”.
Mas os comerciantes e políticos, muitos dos quais têm ligações católicas, acharam que os organizadores da parada foram longe demais no ultraje a culto do ano passado.
Ultraje a culto tem cura: educação e criminalização.
Cadeia nos organizadores gays que cometeram os ultrajes e obscenidades contra os católicos!
Fonte: JulioSevero
Ex-presidente da A.A.P Afirma que a Organização está Sob Controle de Ativistas Gays
Um ex-presidente da Associação Americana de Psicologia (AAP), que também foi o responsável por protocolar a petição para desclassificar o homossexualismo como doença mental em 1975, afirma que a AAP foi tomada por “ultraesquerdistas” comprometidos com o movimento homossexual, que se recusam a abrir o debate sobre a terapia reparativa para o homossexualismo.
O Dr. Nicholas Cummings foi presidente da AAP de 1979 a 1980, e também atuou como membro do Conselho de Representantes da organização. Ele atuou durante anos como Diretor de Saúde Mental junto à Operadora de Saúde Kaiser-Permanente, e é autor do livro Destructive Trends in Mental Health: The Well-Intentioned Path to Harm (Tendências Destrutivas na Saúde Mental: O Caminho Bem Intencionado para os Danos).
Em uma entrevista dada a representantes da Associação Nacional de Pesquisa e Terapia da Homossexualidade (cuja sigla em inglês é NARTH), no final de abril, Cummings afirmou que o problema da organização começou com a rejeição do princípio de Leona Tyler, que determinava que todas as posições públicas da AAP fossem fundamentadas por provas científicas.
A AAP ”começou a mudar muito drasticamente desde o final da década de 80”, afirma Cummings. “Na metade da década de 90, o princípio de Leona Tyler foi completamente esquecido, de forma que as posições políticas pareciam anular quaisquer resultados científicos. Suprimir provas virou moda. O movimento pelos direitos homossexuais, de certa forma, capturou a AAP”.
Cummings acredita que o movimento pela “diversidade” na AAP, que ele havia endossado, resultou em uma falta de diversidade com relação aos heterossexuais.
“Se tivesse que escolher agora, veria a necessidade de uma espécie de organização que recrutasse homens brancos héteros, que estão subrepresentados na AAP”, afirma.
Cummings acrescenta que ele pessoalmente não se opõe ao movimento homossexual, incluindo o “casamento” gay, apontando que ele foi o autor da petição que retirou o homossexualismo da lista de distúrbios mentais da AAP. No entanto, ele lamenta a perda da objetividade científica na organização.
“Na primeira vez que isso começou a acontecer e eu era membro do Conselho, isso seria, acredito, em 1975, porque me lembro que foi quando emiti a resolução”, afirma Cummings. “A resolução era que ser gay não era uma doença mental, e que era referente ao caráter individual. E isso passou no Conselho de Representantes. Essa foi a primeira vez que isso começou a acontecer. Eu também havia dito, além disso, que a AAP, caso passasse a resolução, iria votar em favor de continuar as pesquisas que demonstrassem o que quer que as pesquisas demonstrem. Pesquisas abertas, não tendenciosas. Isso nunca foi feito”.
Em uma segunda entrevista no mesmo dia, mais curta, com a NARTH, Cummings se lembra do seu trabalho com homossexuais que queriam deixar o estilo de vida gay durante sua gestão na Kaiser Permanente.
“É uma terapia difícil, e não tem muita procura, mas vimos avanços sim, e por isso a postura de 'você nunca poderá mudar’ (Ronald Reagan disse ‘nunca diga nunca’) é absurda. Tudo o que você precisa fazer é encontrar uma exceção, e ela irá derrubar o ‘nunca’. Mas sim, vimos mais de uma exceção”, afirma Cummings.
“Admitimos que também houve fracassos. As recaídas ao longo do caminho com alguns eram intensas, mas presenciamos a mesma coisa nos tratamentos de abuso de entorpecentes e alcoolismo. Elas fazem parte do tratamento”.
A posição de Cummings como ex-presidente da AAP e autor da petição para remover o homossexualismo da lista de doenças mentais é análoga à decisão do Dr. Robert Spitzer, ex-presidente da Associação Americana de Psiquiatria, que liderou os esforços para desclassificar o homossexualismo como doença mental dois anos antes. Spitzer também se tornou crítico da Associação Americana de Psiquiatria nas décadas seguintes, e foi autor de um estudo em 2000 indicando que homossexuais “altamente motivados” poderiam ser bem sucedidos em alterar suas preferências sexuais por meio de terapia reparativa.
Embora Spitzer tenha recentemente repudiado o próprio estudo, que foi públicado no periódico acadêmico Arquives of Sexual Behavior em 2002, após anos de pressão dos ativistas homossexuais, Cummings nunca se retratou do seu endosso à visão de que os homossexuais às vezes são capazes de mudar.
Fonte: Idem
Estudo Mostra que Homossexuais Criando “Filhos” é Diferente da Criação Pai e Mãe
Um estudo pioneiro revela que filhos adultos de “pais” homossexuais e lésbicos experimentam consequências sociais, econômicas e emocionais vastamente mais negativas do que crianças criadas dentro de famílias biológicas intactas.
A qualidade do estudo do professor Mark Regnerus, da Universidade do Texas, frisa as deficiências de estudos anteriores nos quais os ativistas homossexuais têm se apoiado para conceder às duplas de mesmo sexo um direito de se casar e adotar crianças.
“A alegação empírica de que não existem diferenças dignas de nota tem de ir embora”, disse Regnerus em seu estudo publicado na revista Social Science Research.
O abrangente estudo de Regnerus examina aproximadamente 3.000 filhos adultos de oito diferentes estruturas de família e os avalia dentro de 40 categorias sociais e emocionais. O estudo revela que as crianças que permanecem com famílias biológicas intactas tinham educação melhor, experimentavam maior saúde mental e física, menos experiências com drogas, menos atividade criminosa e relataram no total níveis mais elevados de felicidade.
As maiores consequências negativas foram constatadas entre filhos de mães lésbicas. Isso contradiz estudos defeituosos popularizados pelos meios de comunicação que afirmam que crianças se saem bem, ou melhores, com mães lésbicas. O estudo de Regnerus mostrou consequências negativas para esses filhos adultos em 25 de 40 categorias, inclusive índices muito mais elevados de agressão sexual (23% dos filhos de mães lésbicas foram tocados sexualmente pelos pais ou um adulto, em contraste com 2% dos filhos criados por pai e mãe casados), saúde física inferior, mais depressão, mais uso de maconha e desemprego mais elevado (69% dos filhos de lares lésbicos estavam vivendo às custas de programas de assistência do governo, comparados com 17% dos filhos de pai e mãe casados).
O estudo de Regnerus desmascara um informe de 2005 da Associação Americana de Psicologia muitas vezes citado que concluiu: “Nem um único estudo constatou que filhos de pais lésbicos ou gays têm desvantagens em qualquer aspecto importante em relação aos filhos de pais heterossexuais”.
Em contraste com Regnerus, os estudos anteriores compararam filhos de pais homossexuais com filhos de famílias de padrasto e mães solteiras. Regnerus também se apoia unicamente em informações diretas de filhos adultos em vez de opiniões de seus pais.
Um segundo novo estudo confirma que os estudos que a AAP promoveu com muito elogio são inconfiáveis. Loren Marks, professor adjunto da Universidade Estadual da Louisiana, revelou que os estudos da AAP tinham dados limitados e focaram em papéis de gênero e identidades sexuais. Eles negligenciaram examinar os resultados educacionais, emprego, risco de abuso de drogas, conduta criminal ou suicídio dos filhos.
Os desacreditados estudos apoiados pela AAP têm sido usados em tentativas para impactar decisões legais internacionais.
Amicus curiae apresentado no caso E.B. versus França no Tribunal Europeu de Direitos Humanos defendeu direitos de adoção para duplas de mesmo sexo citando estudos da AAP com alegações de que não existe nenhuma evidência científica objetiva para justificar “tratamento diferente de duplas de mesmo sexo que desejam adotar porque (até onde a FIDH, ILGA-Europa, BAAF e APGL sabem) todos os estudos científicos conceituados têm mostrado que os filhos de pais lésbicos e gays não têm nada de diferente dos filhos de pais heterossexuais no que se refere a problemas emocionais e outros problemas”.
No caso Karen Atala e Filhas versus Chile no Tribunal Interamericano de Direitos Humanos, um amicus curiae defendendo os “pais” lésbicos que perderam a custódia de seus filhos comentou que a Academia Americana de Pediatria (AAP) “reconhece que um volume considerável de literatura profissional fornece evidência de que os filhos com pais que são homossexuais podem ter as mesmas vantagens e as mesmas expectativas de saúde, ajuste e desenvolvimento que podem os filhos cujos pais são heterossexuais”.
Fonte: Idem
Crianças da Coreia do Sul estão Livres da Imposição de Aprender a Teoria da Evolução
Teoria da evolução não mais será imposta às crianças da Coreia do Sul
Com o argumento de que o Brasil é um estado laico, ateus e outros ideólogos radicais impõem a ideia de as crianças de escolas podem aprender somente a teoria da evolução. Tentar ensinar também o criacionismo — a ideia de Deus como Criador — traz imediatamente a ira desses ideólogos, que se sentem donos do Brasil e da mente das crianças, que são obrigadas a aprender apenas que o ser humano procede de um verme, graças às macaquices de Charles Darwin. No entanto, as crianças da Coreia do Sul serão livres dessa escravidão ideológica. A teoria da evolução — que era obrigatória na Alemanha nazista e na União Soviética — será removida de livros didáticos.
Tudo começou quando a Sociedade de Revisão de Apostilas, composta de professores de biologia e de ciências, lançou protestos dirigido às editoras e uma petição para revisar textos sobre a teoria da evolução em apostilas. Os professores apontaram muitas publicações que mostravam exemplos dessa teoria, inclusive aquela famosa figura que mostra um ancestral muito parecido com um macaco se transformando em um homem, de Charles Darwin. A petição da Sociedade de Revisão de Apostilas visando eliminar esses erros contra as crianças foi aprovada pelo Ministério da Educação do da Coreia do Sul.
Assim como no Brasil, na Coreia do Sul o criacionismo tem milhões de adeptos.
Contudo, muito diferente do Brasil, onde uma minoria ateísta radical impõe goela abaixo a incomprovada teoria da evolução em milhões de crianças cristãs, a Coreia do Sul conseguiu reagir a essa teoria importada originalmente da poderosa esquerda ocidental. O número de igrejas cristãs grandes, inclusive a famosa e tradicional igreja Assembleia de Deus de David Yong Cho, parece estar tendo um impacto positivo na sociedade sul-coreana, trazendo como resultado liberdade para as crianças da escravidão ideológica dos que não acreditam em Deus como Criador.
A imposição de qualquer ideologia em sala de aula gera o aumento de adultos que a aceitarão no futuro, por terem sido doutrinados nela desde quando eram crianças nas escolas. Nos Estados Unidos, uma pesquisa do Gallup apontou que 40 da população não acreditam na teoria da evolução. Esse número, no passado, era muito maior, mas os adeptos dessa teoria sempre tiveram a vantagem de obrigar as crianças de escolas a aprender sua ideologia, lutando ferozmente contra qualquer tentativa de se ensinar Deus como Criador.
Os cristãos são 26 por cento da população da Coreia do Sul, um número muito menor do que a população cristã dos EUA. Mesmo assim, os cristãos sul-coreanos agiram contra a imposição de uma teoria flagrantemente anticristã em seus filhos.
O criacionismo começou a ganhar força na Coreia do Sul depois da Cruzada Mundial de Evangelização, realizada em Seul, em 1980. No ano seguinte, foi fundada a Associação Coreana de Pesquisas da Criação, que está ligada à Sociedade de Revisão de Apostilas.
Apesar de que grupos ateístas, evolucionistas e esquerdistas do mundo inteiro estão indignados com a vitória cristã na Coreia do Sul, os cristãos dessa nação estão determinados a confrontar essa minoria barulhenta e mandona e sua pseudociência.
Fonte: Idem
Dinamarca Aprova Casamento Gay em Igreja Evangélica
O parlamento dinamarquês aprovou a possibilidade de a cerimônia de casamento gay ser realizada na igreja oficial do país, porém os pastores terão direito a veto, caso não queiram fazê-lo.
A Dinamarca foi o primeiro país do mundo a reconhecer e permitir a união civil entre pessoas do mesmo sexo, e desde 2009, os casais homossexuais possuem permissão para adotar crianças, segundo informações do Terra.
A nova lei, aprovada na última quinta-feira, 07/06, permite que os casais solicitem uma cerimônia de casamento na Igreja Evangélica Luterana, que é a denominação oficial do Estado Dinamarquês, porém a decisão final pertence ao pastor de cada templo.
A aprovação da lei no parlamento dinamarquês se deu por 85 votos a favor e 24 contra, além de duas abstenções.
Fonte: NoticiasGospelMais
Cantora Evangélica diz que é a Favor do Casamento Gay
Ela afirmava ser cristã evangélica, a cantora de música country Carrie Underwood chegou a declarar que apoia o casamento gay em uma recente entrevista ao jornal The Independent. Na entrevista, Carrie declarou com veemência: “Como uma pessoa casada que sou não sei como seria se me dissessem que não poderia casar com a pessoa que amo, e que quero casar”.
Acrescentando que “não posso imaginar como me sentiria com isso. Definitivamente acho que todos devem ter o direito de amar, e amar publicamente, as pessoas que desejamos amar”.
Carrie, que tem uma grande quantidade de fãs cristãos, principalmente os evangélicos graças aos temas de suas musicas que falam de fé. Inclusive a canção “Jesus take the wheel” (Jesus assume o volante) tem ocupado o primeiro lugar na lista de musica country. Graças ao seu novo album “Blown Away” (Contagem Regressiva)superou Adele nas listas americanas.
Quando menina, ela participava da igreja Batista, e atualmente juntamente com seu esposo Mike Fisher pertencem a uma congregação que não tem nenhuma denominação religiosa.
“Nossa igreja acolhe os gays. Sobretudo, Deus deseja que todos nós amemos. Isto não é impor regras ou dizer como tem que cada um ser”, disse ela.
“todo mundo é diferente. Isso é o que nos faz especial. Temos que amar a todos e aceitar a todos. Eu não posso julgar os outros.”, concluiu a cantora.
Fonte: PortalPadom
Líder de Seita Mata Filho de 4 Anos por Achar que ele era Gay
De acordo com o site Huffington Post, um homem chamado Peter Lucas Moses, da Carolina do Norte, foi condenado por matar uma criança de 4 anos, depois de confessar o assassinato, porque acreditava que o pequeno era homossexual.
Ele era líder de uma seita religiosa radical, e vivia com três esposas e nove filhos em uma casa de apenas um cômodo na cidade de Durham.
Dos nove menores, apenas um não era seu filho biológico, Jadon Higganbothan, o pequeno que ele assassinou.
Moses pensava que a criança poderia ser gay porque seu pai havia deixado sua mãe. O corpo do menino foi encontrado enrolado em sacos plásticos, em uma espécie de cova, no quintal da casa da mãe de Moses, já em inicio de decomposição.
O culto conduzido pelo assassino é chamado de “Hebreus Negros” cujos membros acreditam que são descendentes das antigas tribos de Israel. O grupo prega que através de uma guerra das raças, os negros dominaram o mundo.
O criminoso matou covardemente seu filho, com um tiro na cabeça, e acabou confessando o crime, segundo os meios de comunicação americano, para reduzir a condenação para prisão perpetua em vez de pena de morte.
Fonte: Idem
Pseudo-Pastor Usava a Bíblia para Abusar Sexualmente de Adolescentes
De acordo com o jornal El Tiempo, o ‘pastor diabo’ Álvaro Gómez Torres, líder da seita Ministério Apostólico Salem, tem sido acusado pela Rede de Apoio a Vítimas de Seitas, de estuprar 27 adolescentes entre 13 e 18 anos na cidade de Pasto na Colômbia.
Hector Navarro, presidente da ONG, contou ao jornal que o pastor, cujo paradeiro é desconhecido, “deixava tocando o saxofone nos últimos 15 minutos de suas reuniões, nas quartas-feiras, sábados e domingos e ia ao seu escritório para cometer os atos de abuso sexuais com uma menina enquanto outra observava”.
De acordo com o líder da ONG, “o pastor fazia sexo em seu escritório na igreja, enquanto a congregação cantava louvores ao Senhor”.
Navarro alertou que o pastor ameaçava suas vítimas dizendo que caso elas se recusassem a suas exigências elas estariam ‘caindo na maldição de Judas’ e contra suas famílias cairia “às sete pragas do Egito”.
Um grupo de obreiros da igreja, que suspeitavam dos abusos do pastor, gravaram com uma câmera escondida as ações de Gómez Torres e as entregou a promotoria para utilizar como prova contra o falso religioso.
Fonte: Idem
Evangélicos se Recusam a Cumprir Ordem para Demolir 17 Igrejas na Indonésia
Vários grupos cristãos têm enfrentado as autoridades locais na província indonésia de Aceh, onde domina o “Sharia” ou lei islâmica, recusando-se a obedecer uma ordem para demolir 19 igrejas e um centro religioso.
De acordo com o jornal Jakarta Post, os cristãos do distrito de Singkil, ao norte da ilha de Sumatra, ameaçaram bloquear as estradas para protestar caso as autoridades venham demolir seus lugares de culto.
“O governo local diz ‘caso os paroquianos se recusarem a cumprir a ordem de demolição, o próprio governo fará a demolição dos edifícios’.”, diz Veryanto Sitohang, da ONG dos direitos humanos da Aliança do Norte do Reino de Sumatra.
O chefe local da Singkil, Razali, ordenou o fechamento e demolição de 17 igrejas evangélicas, duas católicas e um centro de culto, a pedido do grupo muçulmano Frente de defesa do Islã.
Alguns grupos religiosos continuam celebrando os cultos nos edifícios fechados, ameaçando bloquear as estradas em protestos nas aldeias de maioria cristãs se as autoridades não retirarem a ordem.
O chefe local de Singkil alega que sua decisão se baseia em um acordo que limita um numero de igrejas e locais de cultos no distrito, apesar das comunidades cristas denunciarem que o acordo foi assinado sobre ameaças.
Localizado no oeste da Indonésia, Aceh é um antigo sultanato muçulmano que introduziu formalmente a ‘sharia’ em 2003 onde o movimento separatista islâmico foi pego com 30 armas ate a assinatura da paz em 2005.
Fonte: Idem
Nigéria: Muçulmanos Levam a Cabo mais Ataques Cristofóbicos
Pelo menos cinco pessoas foram mortas numa explosão que atingiu uma igreja em Jos (Nigéria) durante o culto de Domingo. Testemunhas afirmam que o bombista suicida conduziu o carro até à igreja - onde os Cristãos se encontravam reunidos - e levou o cabo o ataque.
Uma turba enervada encontrava-se no exterior da Igreja "Christ Chosen Church of God", agora reduzida a escombros. Aparentemente houve um grande número de casualidades, incluindo crianças.
Entretanto na igreja "Lord’s Chosen Church" um bombista-suicida muçulmano explodiu-se a ele mesmo. Não se sabe se houve casualidades e até agora nenhum grupo muçulmano reivindicou o ataque.
O ataque a Cristãos inocentes é algo muito do agrado do grupo muçulmano Boko Haram, portanto, não é difícil somar 2 + 2 e concluir que eles estão por trás de mais este ataque.
Em Biu, no estado de Borno, homens armados abriram fogo sobre Cristãos que se encontravam numa igreja, matando e ferindo muitos deles. Hamidu Wakawa, uma das testemunhas afirma:
Três homens armados vieram até à entrada da Igreja e começaram a disparar sobre as pessoas que se encontravam no exterior, antes de entrarem na mesma e continuarem com a matança. Muitas pessoas foram mortas e feridas.
Fonte: PerigoIslâmico
Irmãos Egípcios Matam Mãe, Tia e Irmã por Motivos de "Honra"
Segundo a edição de 5 de Junho da Youm7, dois irmãos provenientes da vila Assuit (Egipto) chacinaram a sua mãe, irmã e tia "depois de descobrirem que as actividades da irmã eram contrárias à moralidade."
Depois do caos se ter instalada em casa, o que incluiu tiros, a polícia local rodeou-a e invadiu-a, apenas para encontrar a tia, Saida Muhammad Mukhtar, de 55 anos, "com a cabeça cortada", a mãe, Amina Ahmed Muhammad, também com 55 anos, "afogada em sangue à porta de casa", e a irmã, Sana Mukhtar, 39 anos, massacrada no quarto.
Os dois irmãos - Ahmed Mukhtar, 35 anos, e Abd al-Basit, 24 anos - foram subsequentemente presos, vindo mais tarde a confessar detalhadamente os assassinatos.
Tais matanças não são ocorrências raras no mundo islâmico, e nem no mundo ocidental - onde quer que haja muçulmanos. Um dia antes desta história ter emergido, um muçulmano a viver na Alemanha decapitou a sua esposa em frente aos seus 6 filhos ao mesmo tempo que gritava "Allahu Akbar!" ou "Allah é o maior!", atirando posteriormente a cabeça da esposa do telhado do apartamento.
Fonte: Idem
Lady Gaga é Condenada por Mau Uso da Bandeira da Tailândia
A "Born This Way Ball Tour" continua polêmica. A cantora Lady Gaga foi condenada na Tailândia pelo uso inapropriado e ofensivo da bandeira do país no show que fez em Bangkok, em maio, de acordo com a agência de notícias Reuters. Ela deverá pagar uma multa.
O que chamou a atenção do governo local foi o fato da bandeira estar pendurada em uma moto, enquanto Lady Gaga e sua dançarina usavam figurinos “provocativos”. Segundo o Ministério da Cultura, a atitude foi desrespeitosa.
Na verdade, as autoridades já estavam incomodadas com Lady Gaga desde que ela desembarcou no país e twittou que gostaria de comprar um relógio falso por lá, dando a entender que a Tailândia é o paraíso dos produtos piratas.
Fonte: Popline
Lindsay Lohan é Encontrada Inconsciente em Hotel
A atriz e cantora Lindsay Lohan, que está finalizando as filmagens de “Liz & Dick”, foi encontrada inconsciente no hotel Ritz-Carlton, em Los Angeles, nesta sexta (15/6). A informação é do canal americano ABC, que diz ainda que ela foi levada às pressas a um hospital, onde deu entrada na internação.
O site TMZ, no entanto, conta uma versão diferente da história. A equipe do filme “Liz & Dick” teria chamado a emergência do hospital depois de não conseguir acordar a Lilo, mas os médicos a examinaram e não acharam necessária a internação.
Ainda de acordo com o site, ela está exausta por causa das filmagens de “Liz & Dick”, que teve que retomar logo após sofrer um acidente de carro. A artista, que já teve problemas legais com drogas e álcool, estaria há duas noites sem dormir.
Fonte: Idem
Algumas Imagens Simbólicas
As meninas britânicas da banda Sugababes na capa da Fabulous magazine, posando sem partes do corpo como manequins: uma maneira clássica para descrever escravos de controle da mente
Kanye se apresentando com uma grande cara de Baphomet em sua camisa
Jessie J dando uma de Mickey Mouse e mma saudação do Um Olho na capa da Cosmopolitan
Fergie no que parece em uma homenagem a programação monarca: Submissão, rebaixamento... e claro ... uma borboleta tatuada no bumbum dela
Borboleta Monarca e Um Olho escondido. Você sabe ao que ela se refere
Robyn fazendo de novo
O estilista de Lady Gaga, Nicola Formichetti, na capa da L'Officiel. Uma asa de borboleta cobre um olho